Monday, July 31, 2017

I need your ideas re: Medicare for All

de:Bernie Sandersinfo@berniesanders.com
responder a:info@berniesanders.com
para:Paulo Augusto Lacaz <sccbesme.humanidade@gmail.com>
data:31 de julho de 2017 19:59
assunto:I need your ideas re: Medicare for All
enviado por:bounce.bluestatedigital.com
assinado por:berniesanders.com

Friends of Bernie Sanders

Paulo Augusto –

Thanks so much for your ongoing support.

Let me take this opportunity to give you an update as to what's been happening in recent weeks.

As you all know, the disastrous Republican "health care" proposals have, for the moment at least, been defeated. They were defeated because millions of Americans stood up and fought back. They made phone calls and sent emails, letting members of Congress know how they felt. They got their friends involved in the struggle by utilizing social media. They attended town hall meetings. They went to rallies, including some that I attended in Michigan, Maine, Nevada, Arizona, West Virginia, Ohio, Utah, Pennsylvania and Kentucky.

And in poll after poll, an overwhelming majority of the American people were absolutely clear about their opposition to these destructive plans:

No. We will not be throwing 32 million, 23 million, 22 million or 16 million Americans off of health insurance in order to give tax breaks to the rich and large corporations, and to further the right wing extremist ideology of the Koch brothers.

No. We will not be cutting Medicaid by $800 billion, raising premiums for older workers, defunding Planned Parenthood and making it almost impossible for people with pre-existing conditions to get affordable insurance.

Needless to say, while we have won at least a temporary victory by defeating horrific Republican proposals, that is not good enough. We need to go on the offensive, not simply remain in a defensive posture.


The status quo is not satisfactory. Too many Americans continue to have no health insurance. Too many are paying premiums, deductibles, and co-payments that are much too high. Too many cannot afford the outrageously high cost of prescription drugs they need. Too many cannot gain access to high-quality primary health care or dental care, even when they have insurance. 

Our goal is not complicated, and it is not radical. It is to have the United States join every other industrialized country on earth in guaranteeing health care for all. Health care must not be considered as a privilege or a commodity. It is a human right to which every man, woman, and child is entitled.

Our goal is to create a rational, cost-effective health care system. Today in the United States, we are spending almost $10,000 a year per person on health care. This is absurd and unsustainable. We must not continue a system which is, by far, the most expensive, wasteful and bureaucratic in the world.

Our goal is to put health care dollars into disease prevention and the provision of health care, not insurance company profits, not outrageous salaries for health industry CEOs, not advertising, not billing, not lobbying or campaign contributions.

Our goal is to move this country to a Medicare-for-all, single-payer system.

Let me be clear. This will be an enormously difficult and prolonged struggle and one which will require the efforts of tens of millions of Americans in every state in this country. It will, in fact, require a political revolution in which the American people participate in the political process in a way that we have not seen in the recent history of our democracy.

In order to pass a Medicare-for-all, single payer system we will be taking on the most powerful special interests in the country: Wall Street, the insurance companies, the drug companies, the corporate media, the Republican Party and the establishment wing of the Democratic Party. In opposition to our efforts there will be a never-ending barrage of TV ads, editorials, political attacks, and lies.

If we are going to be successful in this struggle, we have got to be smart – very smart. Not only do we need strong legislation (which I will be offering shortly and an outline of which I will be sending to you), but we need an unprecedented organizing and educational campaign.

How do we counter the lies and distortions against Medicare-for-all that is sure to come? How do we make certain that all of us – men and women, gay and straight, black, white, Latino, Asian-American, Native American -– are in this struggle together?

 How do we bring young and healthy people to stand alongside the elderly, the sick and the poor?

The battle that we are undertaking is enormous and unprecedented in the modern history of our country. 

Please send us your ideas as to how we can best go forward. 

Please give us your vision of what a humane and rational health care system looks like. 
Please share your experiences with the current system. Please help us map out an effective political strategy.

We are in this together. We need everyone's ideas.

Thanks again for your support and all that you are doing.

In solidarity,
Bernie


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Wednesday, July 19, 2017

A EVOLUÇÃO DOS REGIMES POLÍTICOS, SEGUNDO A VISÃO CIENTÍFICA DO POSITIVISMO.

                     O PARLAMENTARISMO É O REGIME DA ANAQUIA E DA IRRESPONSABILIDADE

Este artigo não é pretensioso e nem empírico, em vir a discordar das formas fetichista, teológica ou da metafísica, dos Regimes que nos vem governando, mas sim, demonstrar cientificamente, isto é, positivamente, suas evoluções; e de forma objetiva, alertando os Governantes e aos Governados, das Nações deste nosso Planeta, que desejam que ocorram mudanças substanciais, no modo de sentir, de pensar e de agir do Ser Humano, visando a PAZ, o Progresso e a Ordem.


Primeiramente, temos que por meio da Educação dos Sentimentos, subordinando o egoísmo ao Altruísmo; fazendo realçar desta forma a fraternidade ou o Amor entre os Homens; e no que tange ao Regime, recorrer-se a um Regime Político, demonstrando sua evolução, pelo Método Sociológico da Filiação Histórica – Base da Ciência Sociologia Positiva; e dos Deveres, Individuais, Domésticos, Cívicos, Ocidentais/Orientais e Planetário, com  base científica, das Leis Naturais da Moral Teórica Positiva, com suas respectivas Disciplinas, que induzem as formas de desenvolvimento construtivo, da Evolução da Humanidade, no que tange, ao Bem Estar Social dos Seres destas Nações; pois sabemos, que o Futuro, é a projeção do Passado, com os ajustes do Presente. 

Depois da Instituição da Ciência Sociologia Positiva, por Augusto Comte ( vide resumo na primeira pagina, do Site www.doutrinadahumanidade.com/ onde encontramos as Leis Naturais desta Ciência, que registram  as alterações dos fenômenos  regidos pelas  “ equações”, que demonstram a tendência da maior ou menor sensibilidade social de uma população -= isto é, da ordem ou desordem / do progresso ou do retrocesso, conduzindo-nos  ao sucesso ou aos fracassos do Bem Estar Social; podemos afirmar, que estas Leis Naturais, que comandam a Ciência Sociologia Positiva; são afetadas nos seus “parâmetros” , pelo comportamento Moral dos Indivíduos, que vivem em uma Nação – Este comportamento Moral , objetiva a Construção; tendo como base as Leis naturais da Ciência Teórica Moral Positiva, ou Ciência da Construção, também conhecida como Psicologia Científica, isto é, analisa o comportamento individual do Ser Humano, mostrando os padrões de referencia para uma evolução pacífica. Para conhecimento desta ciência, aconselho a Leitura do livro, que está na mesma pagina, da Internet,  acima citada, no item LEIA.

Assim como se constrói uma máquina, de acordo com as Leis Naturais da Ciência Física; edifica-se ou elimina-se, uma sociedade, pela alteração, nos “ parâmetros” das Leis Naturais Sociológicas e dos parâmetros  das Leis Naturais da Moral Positiva;  acompanhados pelas variações nos parâmetros, das Leis Naturais da Biologia, e do respeito ou não do Equilíbrio Ecológico, a onde estas civilizações habitam.

Por isto, a Saúde e a Patologia Social e Psíquica, podem ser avaliadas  ou previstas, por esta metodologia científica, apresentada pela Doutrina Positivista, como um todo, para  orientar as decisões dos Governantes e dos Governados.

      Por meio destas ferramentas científicas é possível se compreender, os imperativos, das circunstancias atuais, ao se remontar  o que se sucedeu, depois da Idade Média, para se chegar a época contemporânea, sob o ponto de vista sociológico e moral, para mostrarmos a evolução dos Regimes Políticos, que nos tem governado, e sua projeção, para o tipo de governo, mais adequado à Sociabilidade, para um estado de harmonia psíquica e de saúde orgânica, para o Ser Humano.

Na Idade Média, nas bandas do Ocidente, havia uma organização religiosa e política estável, em virtude de haver a doutrina unanimemente aceita. Pela primeira vez na História da Humanidade, estabeleceu-se a separação entre o poder espiritual e o poder temporal. Era a Igreja Católica e o Feudalismo. As nações atuais não existiam e a Europa se dividia em ducados, condados, etc., com  seus senhores feudais. O rei não passava de um senhor feudal com uma limitada autoridade sobre os outros senhores.

         Em conseqüência de uma religião, era fácil ao Papado intervir nas questões políticas.

Todos acreditavam no poder Divino da Igreja que, quando excomungava um nobre, ficava ele abandonado pelos seus próprios auxiliares e ele, mesmo, se considerava condenado. Foi o caso do Imperador Henrique IV da Alemanha, que foi a Canossa penitenciar-se diante do Papa Gregório VII para obter sua reposição no trono.

         A partir do século XIV - XV, primeira fase do movimento Moderno, esse sistema do regime católico feudal, começou a desmoronar-se porque o Catolicismo que criara o ideal de uma religião universal, não pode atingi-lo repartindo o antigo Império Romano com o Islamismo. Ao invés de conquistar Jerusalém, os homens dedicaram-se hereticamente a conquistar os caminhos da Índia, ao comércio, a renovar as belas artes, a desvendar o céu, à ciência, a divulgar os conhecimentos com Gutenberg, a criar máquinas. Era a Renascença.

      Afrouxaram-se os laços espirituais e para compensar apertaram-se as ligações políticas, formando-se as nacionalidades modernas e desaparecendo os feudos.

     Nessa transição revolucionária, duas soluções políticas surgiram: o parlamentarismo inglês e a realeza continental. Da luta entre o poder local dos nobres e o poder dos reis, vieram as raízes dos dois sistemas.

          Na Inglaterra, a aristocracia prevaleceu sobre a realeza, por um conjunto de circunstâncias, entre os quais a posição insular, o egoísmo nacional e a disciplina saxônica, embora as suas fossem ditatórias com Elizabeth I, Cromwell e Churchill.

       Os nobres ingleses têm sido progressistas, transformando-se em chefes agrícolas, industriais, comerciais, bancários e militares. Além disso, incorporam à classe os plebeus que se destacam. Por motivos análogos, os holandeses e escandinavos os imitam, conquanto os períodos críticos sejam personificados com Guilherme, o Taciturno, e Gustavo Adolfo.

     Nas nações continentais deu-se o contrário, especialmente na França, modelo para as demais, com pequenas exceções passageiras, como a Veneza dos Doges. A aristocracia foi dominada e desmoralizada pelos reis e desembocando nos chamados déspotas esclarecidos, como Luis XI, Richeleiu, Colbert, Pombal, Aranda e acima de todos, o grande Frederico I da Prússia, conciliador do poder temporal com a liberdade de pensamento. Dizia Frederico; "Fiz um contrato com meu povo, ele diz o que quer, mas eu faço o que eu quero"; para o Bem Estar Dele.

    A evolução social continuou, pelo protestantismo, o deísmo e o racionalismo.

    As instituições oriundas da Idade Média ruíram.


O clero católico já não tinha mais autoridade para regular os povos.

 Ninguém mais aceitava a origem divina dos reis.

        O movimento destruidor foi mais acelerado do que o construtor.


 Antes de surgir a Sociologia Positiva, a metafísica democrática passou a dominar a maioria dos espíritos; Veio à explosão da Revolução Francesa 1789. O impulso republicano e orgânico de Danton foi abafado pela onda demolidora.

         Os governos passaram a apoiar-se nas quimeras metafísicas, a começar pela idéia gratuita e incoerente de Montesquieu sobre os três poderes, executivo, legislativo e judiciário, independentes e harmônicos entre si. 

O poder é um só, e provém da força, como demonstrou Hobbes, seja a força militar ou a economia, e estas últimas que vem  prevalecendo hoje em dia, vem trazendo muitos dissabores, principalmente com esta Globalização Capitalista - Liberalista; no entanto há duas outras forças, a Intelectual e a Moral, que são imperceptíveis aos atuais Governantes, que no entanto, devem ser profundamente avaliadas, e propagá-las para fortalecer o tripé da estabilidade das Civilizações . Quando se pretende contrariar isso, aparecem caminhos indiretos para restaurar a autoridade que deve legislar, executar e prestigiar a justiça, ou então não há governo.

           
Vide este momento a Situação Política do Brasil . O Sr. TEMER Governa? Ele não é Estadista. Ele é um oportunista.

   Veja o Artigo, Recruta-se um Estadista, onde podemos achar alguns pontos para aplicar agora: 
 http://www.doutrinadahumanidade.com/artigos/procura_estadista.htm

 Por que um legisla para outro executar? A hipertrofia do executivo é tão natural que nenhum congresso contrariou o presidente da República, a não ser execepcionalissimamente. Mas em um sistema de Regime Político Democrático, formado por uma maioria corrupta, tudo é possível - impeachment  da Presidente Dilma Rousseff.

       Dada à ausência de uma doutrina religiosa e política para formar uma opinião pública e orientar a conduta dos governantes, estes são na verdade forçados a tomar decisões pessoais quer sejam monocráticos quer sejam parlamentaristas.

       Para legitimar o poder, inventaram a soberania popular, manifestada pela eleição, para substituir a hereditariedade aristocrática. Ora, o processo eleitoral se baseia em duas grandes mentiras. Primeiro que os votos são iguais, tanto os dos bem intencionados como os dos interesseiros, os dos competentes como os dos incompetentes. Segundo que a maioria tem razão, quando, em geral, não tem. Se aumentar o número de votantes o nível moral e intelectual baixa. No fundo, a eleição não passa de uma ilusão, visto que o povo não escolhe ninguém, no máximo, decide entre candidatos apresentados pelos grupos mais ativos. A legitimidade atual do governo resulta da força que representa, pois, a sociedade é um ser coletivo, mas que só age por intermédio de órgãos individuais.
 http://www.doutrinadahumanidade.com/artigos/democracia_e_societocracia.htm

Quanto à sucessão, a regra da temporalidade é ilógica. A continuidade administrativa permite aperfeiçoar o exercício dos negócios públicos e afasta as ambições vulgares e desenfreadas. Basta estabelecerem-se limites de idade máxima e mínima, 35 a 70 anos, por exemplo: Se os empresários e os diretores de instituições religiosas, culturais e particulares, permanecem nos postos enquanto têm forças para exercê-las, para uma melhor eficiência, por que os governantes devem mudar periodicamente?

No caso de uma substituição definitiva, o melhor é o governante indicar o sucessor, desde que não possa nomear parentes. Ninguém se acha mais habilitado para isso. O grande estadista Bolívar, cujo 2º Centenário de nascimento se comemorou em 1983, afirmava que "Um presidente vitalício com a faculdade e eleger o seu sucessor constitui a inspiração mais sublime na ordem republicana". Ele indica o sucessor e este só é aceito se 85% dos seus segundoe  e terceiros na hierarquia de governo, derem o aceite.

      Por exposto, conclui-se que o parlamentarismo é o regime adequado à Inglaterra e o presidencialismo aos povos do continente europeu e seus continuadores de além-mar, especialmente, os latinos, menos disciplinados. 


No parlamentarismo o partido mais forte forma o gabinete com os seus representantes eleitos e um rei, que reina, mas não governa,

Ou um presidente do mesmo estilo que dissolve o congresso e convoca novas eleições, quando o gabinete se enfraquece. Não há estabilidade.

       Aristóteles preferia um governo de elite e não gostava da democracia por tender para uma tirania da maioria, formada pela classe mais baixa, que oprimia as camadas superiores da sociedade e não respeitava os princípios gerais de uma convivência liberal.


 O nazismo foi um caso assim. 

Grandes sabedorias tiveram Jefferson, Washington, Madison, Franklin e seus companheiros em adotar o presidencialismo e não copiar o parlamentarismo de seus colonizadores britânicos.

Se não fosse isso, jamais os Estados Unidos alcançariam o progresso de forma anarquica e o poder de hoje. Compreenderam que na América não existe o poder local dos aristocratas e o cosmopolitismo não se coaduna com o tradicionalíssimo e a prática consuetudinária dos ingleses.

              Os países que imitaram a Inglaterra têm se dado muito mal.


O parlamentarismo redunda em ausência de governo e de responsabilidade.

 A autoridade fica diluída e ninguém responde por ela.

No Brasil, durante o Império foi um fracasso. O congresso escravocrata, eleito para impedir a abolição, teve de aprová-la a toque de caixa, pela pressão do movimento libertador. Pedro II resumiu tudo ao dizer:

 "Levei cinqüenta anos a carregar maus governos".

 A França foi derrotada na II Guerra Mundial porque a Parlamento não aprovou a criação da força motorizada proposta por De Gaulle. Quem responde por isso?. Centenas de parlamentares? Ninguém. Em 9 anos, Portugal vai para o 15º governo.

             Uma média de um ano e pouco para cada um.

 Como administrar assim?

 Na Itália atual esta pior ainda. Em 37 anos 44 gabinetes.

Na França, de 1870 a 1896, em 26 anos, 39 ministérios.

    Como diz Augusto Comte, o parlamentarismo na França "perturbou profundamente os corações - sentimentos, os espíritos-inteligêcia e os caráter, desenvolvendo o hábito da corrupção, do sofisma e da intriga".

       No Brasil, atualmente o espetáculo é desolador. Os partidos políticos só tem como finalidade à conquista do poder. Nenhuma idéia, nenhum programa, nenhum gesto de austeridade. No meio da crise econômica que atinge todas as classes sociais, os parlamentares votam enormes subsídios e descabidas mordomias para eles mesmos.

Entregar-lhes o poder será sempre uma desgraça. Desapareceriam a autoridade e a responsabilidade.

      O aconselhável é um presidencialismo forte, deixando ao Congresso a fiscalização do orçamento, acompanhado de uma Constituição Societocrática Republicana.

 O Presidente da República deve concentrar as funções executivas e legislativas, ficando responsável perante a opinião pública. A eficaz garantia contra o abuso da força, é a liberdade de pensamento e de crítica, com a obrigação de cada qual assinar e responsabilizar-se pela sua manifestação. A Plena Liberdade da Mídea com Responsabilidade.

       Deve haver uma completa separação entre os poderes temporal e espiritual. O parlamentarismo foi criado para sustentar a ficção do direito divino de um rei inviolável e hereditário, ao mesmo tempo em que limitava seu poder absoluto.

     A autoridade fica instável nas mãos de um gabinete que ressalva a responsabilidade do chefe supremo e pode ser por ser ele derrubado, mediante a dissolução do parlamento, quando não o é pelo próprio parlamento, sujeito às flutuações das ambições políticas, muitas vezes ocultas. 


O parlamentarismo é incompatível com o regime republicano onde uma autoridade direta responde perante a opinião pública. A propaganda da Republica foi sempre acompanhada pela do presidencialismo.

       Também não se coaduna com o sistema federativo que multiplicaria a instabilidade política, estabelecendo um caos administrativo. Como obter uma opinião preponderante diante da dispersão dos poderes locais?

Como conciliar os interesses regionais, desejosos de prevalecer, com a necessidade nacional?

 Não é por mero acaso que os países parlamentaristas são unitários.

A unidade brasileira só pode ser conseguida pelo federalismo e este repudia o parlamentarismo.

        Veja a defesa do presidencialismo desfraldada por Joaquim Luiz Osório, João Barbosa, Campos Salles, Pinheiro Machado, Assis Brasil, Alberto Sales e os demais chefes republicanos.

      Tudo isso é provisório, tendo em vista a tendência natural para o predomínio das forças econômicas de sorte a formar-se no futuro um governo com o triunvirato de três banqueiros, ligado um à agricultura, outra à indústria e outro ao comércio. Mas vamos passar por uma fase intermediária, com a Societocracia Republicana – Vide na pagina http://societocratic-political-regime.blogspot.com.br/2013/09/os-grandes-objetivos-da-sccbesme.html  uma idéia geral Sobre o Regime Societocrático,  bem como em ARTIGOS, um Artigo sobre a Constituição Republicana Societocrática Federativa do Brasil - incompleta – um Protótipo que estará pronta até o final do ano 2018.

Esta Constituição contempla o Judiciário, O Executivo, Uma Câmara de Orçamento e Gerenciamento – com a presença dos representantes ativos da Sociedade – Federações/ Sindicatos - Patronais/Proletários/ Banqueiros e representantes das Três Forças Armadas, com o apoio estratégico, táticos e logísticos, para fazer frente à governabilidade de uma Nação. Uma Assembléia Congressista, mais fiscalizadora, que legisladora, eleita pelo povo, de representantes partidários.

Por fim, podemos resumir que a solução do problema humano, só pode emanar da transformação definitiva dos sentimentos, das concepções e das ações humanas,

É indispensável que os sentimentos sociais, que nos ligam a Família e a Pátria, nos levem até a Humanidade.

A HUMANIDADE se apresenta como o SER SUPREMO, que regula os sentimentos, os pensamentos e os atos; e liga entre si os homens, pelo Amor ao Belo, a Fé ao Verdadeiro e a Esperança no Bem e no Bom. 
Assim podemos dizer que a Humanidade é o conjutos dos seres convergentes, do Passado, do Futuro e do Presente, que concorreram, concorrerão e concorrem, para o Bem estar  dos seres Humanos no reino da Mãe Terra.

Saúde, respeito e Fraternidade,

Paulo Augusto Lacaz

Bibliografia Consultada

Artigo – Augusto Comte e os Regimes Políticos -  Artigo publicado nos Anais da VI Reunião de Positivistas  - Florianópolis  - SC - 1983, por Henrique Batista da Silva Oliveira.

Sistema de Política Positiva de Augusto Comte. Paris, 1854 – 4 Volumes

Noções de Sociologia – Luis Lagarrigue – Santiago do Chile  - 1926.




Friday, July 14, 2017

Now Is the Time for Bold Action

Now Is the Time for Bold Action

By Bernie Sanders, The Des Moines Register
13 July 17

     When President Franklin Delano Roosevelt looked out into America during the Great Depression, he saw a third of our nation ill-housed, ill-clad, ill-nourished. And he acted.
He imposed the toughest banking regulations our nation has ever seen. He radically transformed our country by signing into law Social Security, the minimum wage, unemployment insurance, programs that put millions of Americans back to work and a dramatic increase in taxes on the wealthy. The top 1 percent despised him for it. Instead of cowering, he took them on.
Three days before his first re-election, FDR stood on stage at Madison Square Garden and proudly proclaimed that the big money interests were unanimous in their hatred for him and he welcomed their hatred. He knew which side he was on. 

When I look out into our country today, I see our great middle class, once the envy of the world, in a 40-year decline, with millions of Americans working longer hours for lower wages. I see 43 million people living in poverty, and the United States has, by far, the highest rate of childhood poverty of nearly any major country.
I see the United States experiencing more income and wealth inequality than at any time since 1928, with the top 0.1 percent owning almost as much wealth as the bottom 90 percent and with 52 percent of all new income going to the top 1 percent.
I see a political system in which billionaires are able to spend hundreds of millions of dollars to help elect candidates who represent the rich and the powerful while ignoring the needs of the working families of this country.
Despite the gains of the Affordable Care Act, I see 28 million Americans still without health insurance and millions more under-insured and unable to afford the outrageous price of prescription drugs.
I see hundreds of thousands of bright and qualified young Americans unable to go to college because their families lack the funds and millions of students overwhelmed with appalling levels of debt.
I see all of these problems and more.
The only way to confront these and the other very serious challenges we face as a country is to put forward a bold progressive agenda like FDR did in his day — one that represents the interests of all Americans, not just the wealthy and the powerful.
The United States must join the rest of the industrialized world in recognizing health care as a right of all people, not a privilege. Instead of throwing 22 million Americans off of health insurance, which is what the extreme right wing wants to do, we should establish a Medicare-for-all, single-payer system to make sure that all Americans have quality health care.
At a time when CEOs of the largest corporations in this country make over 345 times more than the average worker, we must raise the minimum wage to a living wage of $15 an hour.
We must also ensure that women receive equal pay for equal work. Today, women earn just 80 percent of what their male counterparts make. That is grossly unfair.
At a time when over half of older workers have no retirement savings, we need to expand Social Security benefits, not cut them as some of my Republican colleagues want.
In America, children born into wealthy families have a far better chance of getting a good education than those born poor and even middle class. We must provide high quality, affordable education for all Americans — from child care to higher education.
At a time of massive wealth and income inequality, we need a progressive tax system based on the ability to pay. It is unacceptable that one out of five large, profitable corporations pays nothing in federal income taxes, and that corporate CEOs enjoy effective tax rates that are lower than that of their secretaries. It is absurd that we lose more than $100 billion a year in revenue because corporations and the wealthy stash their cash in offshore tax havens around the world. That has got to end. The wealthiest Americans and most profitable corporations must pay more, not less in taxes.
It is also unacceptable that financial institutions are allowed to engage in the same kind of risky behavior that tanked the economy during the financial crisis in 2008 and back in FDR’s day. Banks are supposed to facilitate productive and job-creating activities, not gamble with our economy. Right now, six huge financial institutions are underwriting more than 35 percent of the mortgages in this country and more than two-thirds of the credit cards. They are too powerful to be reformed. It is time to break them up.
A truly progressive agenda is not about Democrat vs. Republican, or progressive vs. conservative. It is about implementing an agenda for America’s future that’s both sound and fair. FDR’s courage helped the United States recover from one of the most devastating economic crises in our history, and it brought decades of good jobs and living wages. We must have the courage today to fight for a government and an economy that do the same.
U.S. SEN. BERNIE SANDERS, I-Vt., a presidential candidate in 2016, will be the keynote speaker at CCI Action’s statewide convention on Saturday at the Iowa Events Center in Des Moines. For more information or to register, call (515) 255-0800 or go to cciaction.org/july15/.
Adapt and overcome.
Marc Ash
Founder, Reader Supported News


Monday, July 10, 2017

Our goal was to put this horrible legislation in human terms

de:Bernie Sandersinfo@berniesanders.com
responder a:info@berniesanders.com
para:Paulo Augusto Lacaz <sccbesme.humanidade@gmail.com>
data:10 de julho de 2017 19:11
assunto:What Mitch McConnell woke up to this morning
enviado por:bounce.bluestatedigital.com
assinado por:berniesanders.com

Friends of Bernie Sanders

Paulo Augusto,

        This is what Sen. Mitch McConnell woke up to this morning:

Bernie in KY

I want to thank all of you who supported our trip this weekend to West Virginia and Kentucky, two states at the center of the fight over the disastrous Republican health care legislation which could come up for a vote this week or next. We wanted to go right into deeply Republican states and tell the working people there what it means to throw 22 million Americans off of health insurance, cut Medicaid by almost $800 billion, raise premiums for older workers and defund Planned Parenthood - all to provide $500 billion in tax breaks to the top 2 percent, insurance companies, and the pharmaceutical industry.


Our goal was to put this horrible legislation in human terms. At each of our events, ordinary Americans stood up and told their stories of what the disastrous Republican health care bill would do to them and their loved ones. It takes a lot of courage to get up in front of a large crowd, along with the hundreds of thousands who watched the events online and talk about very personal issues. But they did it, and I want to thank them all for speaking up for millions of Americans who face similar problems.



We heard from a man in West Virginia with hemophilia, in need of a liver transplant, whose life was saved by the Affordable Care Act. We listened to a young woman from Fairmont, West Virginia, who requires $70,000 a year in medicine to stay alive. A young man from West Virginia who survived cancer, wondering whether he would live or die, told us about his struggles to get coverage as he watched his disease spread.



In Covington, Kentucky, we heard from a woman who relies on Medicaid to care for her father, a World War II veteran. We listened to a young mother whose son needed a kidney transplant at 18 months old but is now a happy five-year-old. He will require medication for the rest of his life and will always have a preexisting condition. 


They and other worried out loud what happens if, once again, people with pre-existing conditions are unable to get affordable medical care. How will they stay alive?


We also heard from a mother in Kentucky, a mental health provider in West Virginia, and the Mayor of Covington, Joe Mayer, about the impact the opioid crisis has had on his city and the region.






Let us never forget: a great nation is not judged by the number of billionaires it has, or by the tax breaks they receive. It is judged by how we treat the most vulnerable amongst us: the children, the sick, the elderly, the disabled and the poor.



That is why our first job is to defeat the moral outrage that is the Trump-Ryan-McConnell health plan. Get involved and make sure you make your voice heard this week.



But defeating this terrible bill is not enough. Our next job is to organize nationally to demand that the United States joins every other major country on earth in guaranteeing health care for all as a right through a Medicare-for-all, single-payer program.



Thank you for all you are doing.



In solidarity,



Bernie Sanders
Paid for by Friends of Bernie Sanders
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This email was sent to sccbesme.humanidade@gmail.com. If you need to update or change your information or email address, click here to update your info. Email is one of the most important tools we have to reach supporters like you, but you can let us know if you'd like to receive fewer emails. We'd hate to see you go, but if you need to do so, click here to unsubscribe.